O Económico contactou 10 empresários para avaliar se o corte dos subsídios de férias e de Natal se devia estender ao sector privado.
A maioria dos empresários contactados pelo Económico é da opinião que o corte do 13ª e 14ª mês, aplicado pelo Governo aos funcionários públicos, também devia se aplicar ao sector privado para uma melhor distribuição dos sacrifícios entre os portugueses.
Os empresários que descartam o corte nos subsídios defendem que os colaboradores produtivos não merecem ser castigados e que há outras formas das empresas reduzirem custos sem mexer na remuneração dos funcionários.
Eu, não trabalho no sector privado. Fica já esclarecido para que não venham com conversas do tipo..
- Ái que ele coisa e tal e só vê o seu umbigo e tal....!
Estamos então esclarecidos?!
Não lembra ao diabo. Ou melhor, só lembraria ao diabo.
Primeiro veio o governo a querer impor mais 30 minutos de trabalho por dia, que é o mesmo que dizer duas horas e meia por semana, que é o mesmo que dizer dez horas por mês.
Agora vem outros malucos, ainda não identificados, colocar ideias nos patrões.
Retirar dois ordenados a cada trabalhador? Vai melhorar as contas públicas? Vai fazer bem a alguém?
Mas, desde quando e a que cargas d'água se haveria de "castigar" os trabalhadores do sector privado?
Vejam lá se alguém se atreve a sugerir ser obrigatório a criação de 1 posto de trabalho, por cada 6 trabalhadores a quem sejam retirados os Subsídios de Férias e de Natal? E que a remuneração seja de igual valor d'um dos Subsídios retirados?
Alguém se atreve? Alguém?
Olha, Eu!
Não fosse eu o Soluciolino!!
José Soluciolino
Sem comentários:
Enviar um comentário