segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Natal. Ano Novo. Falta qualquer coisa, eu sei. Mas o quê??

O governo fechou-se durante 11 horas num conselho de ministros informal para decidir coisas.

Cá por mim estiveram a embrulhar ofertas para a época festiva que aí vem.

Pacotes de emigração é uma delas.
É o último grito no que toca a ofertas para por no sapatinho.

Temos ainda a possibilidade de redução de impostos para 2015?...

Como ainda não chegamos ao fim do ano, ainda podemos esperar, o que ainda aí vem.
Eu é que não aguento mais e vou de férias.

Tenho tentado lembrar-me das palavras usuais que se utilizam nesta época do ano mas, em Português está difícil.
Noutras línguas a coisa está mais fácil.

Merry Christmas, 
Joyeux Noël,
Buon Natale,
メリークリスマス,
Feliz Navidad,
Frohe Weihnachten,
สุขสันต์วันคริสมาสต์,
З Різдвом

Um último esforço...
só me sai Natal e Ano Novo. Está a faltar uma palavra. Isto não está nada bom. Isto não me deixa nada feliz.


José Soluciolino

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

O mundo é redondo. Todos os caminhos vem dar.... aqui!

Quem é quem é que andou este tempo todo escondido a trabalhar para nesta altura do ano aparecer a todos os meninos e meninas do mundo e de Portugal também?
Quem é quem é que dá a volta ao mundo num instante e espalha simpatia e sorrisos por todas as criancinhas do mundo e de Portugal também?
Dou só uma ajudinha.
Está mais gordinho e mais lustroso, farta-se de viajar, diz que as meninas e os meninos maus vão levar tau-taus, andou desaparecido mas agora farta-se de aparecer?!!

Quem é?

Só mais uma ajudinha.
Não diz Ôh ôh ôh. Não veste de vermelho e até detesta vermelho. Não usa trenó mas sim avião e não é o Pai Natal?!


Pronto. Eu digo.
É o Paulo Portas.
Ninguém sabe bem o que ele andou a fazer por esse mundo fora mas agora aparece como se fosse o Pai Natal. E o pior de tudo é que se o mandarmos dar uma voltinha, e como o mundo é redondo, mais tarde ou mais cedo, ele volta a aparecer. Chiça!!!


José Soluciolino

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

3x30=90. Para ficar um número maior, é só acrescentar zeros!

A ver se é última vez que falo nas taxas moderadoras.
O sr. ministro Macedo disse, numa daquelas entrevistas rápidas, à saída de uma reunião qualquer, que, "o governo pretende arrecadar mais 90 milhões de euros com as taxas moderadoras."
Terá dito também que "serão 3milhões de portugueses que não estarão isentos."
E que, feitas as contas, " caberá mais 30 euros a cada um."

Com muito gosto gastaria os 30 euros em 3 perguntas.

Terei ouvido bem? 
O sr. Ministro quis mostrar que sabe fazer contas ou que também sabe ser engraçadinho?
Será que posso aderir a um plano pré-gago do tipo paga já e utiliza depois, sem limite?

É que se sim, tenho 60 euros disponíveis e 2012 fica resolvido. Que tal?


José Soluciolino

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

O que são baterias? São energia em suspensão. À espera, à espera...

A notícia já é velha e quase sem bateria mas aqui vai um comentário.

Sócrates abriu um buraco com uma retroescavadora. As câmaras de televisão filmaram. O governo e a Nissan fizeram discursos sobre a mobilidade eléctrica, os incentivos para a promover, as vantagens fiscais que aumentariam o atractivo pelo carro eléctrico, a possibilidade de Portugal estar entre os primeiros numa nova tecnologia, e mais e mais e mais...
Fez-se o edifício,  a  Nissan envolve 156 milhões no projecto, a Nissan recebe alguns benefícios e...
Vem uns visionários dizer que não.
Portugal não deve fazer um esforço para se modernizar.
Portugal tem mesmo é que  deixar-se ficar.
A baterias só telemóveis e tablet's e coisas assim altamente tecnológicas feitas no norte da Europa. Carros eléctricos? Deixem-se disso.
Quando os houver hão-de cá chegar. Prontinhos. E cheios de segredos maravilhosos. Será o deslumbre da tecnologia.
Para quê estragar o assombro da novidade, que nós portugueses apreciamos tanto?

José Soluciolino

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Transferência e Transparência. Começam e acabam da mesma maneira.

"O aumento das taxas moderadoras pode levar a uma transferência de doentes dos hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) para os privados, concluem diversos especialistas ouvidos pelo Diário Económico. Isto porque, ir a um hospital privado pode ficar mais barato do que recorrer ao SNS."

Para isso basta ter um seguro de saúde.

Nem quero acreditar.
Quem pode pagar, e serão sempre os mesmos, alimentarão companhias de seguros e, poderão mais tarde escolher entre um hospital público ou privado. E como no privado a coisa até fica um pouco mais barato, lá vão dar o seu dinheirinho aos hospitais que, deixem-me tentar adivinhar... Serão das companhias de seguros?
Tenho um palpite que sim. Se ainda não são, não tarda nada!!

E em nome da racionalidade económica, encher-se-ão os hospitais públicos de "isentados" e em muito pouco tempo ficará evidente que só os hospitais privados são eficientes e sustentáveis.

Disse António Serrano, coordenador do PS para a Saúde: "Há falta de transparência neste processo".
Puro enganado.
Mais claro que isto, não há!
 
José Soluciolino

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Um empate dá um ponto para cada lado. É bom?

Quem não ouviu as declarações de tia Alberto João durante o 101ª aniversário do Clube Desportivo Nacional?

Sobre as negociações que levarão à regularização da dívida da Madeira.
Prevê-se um forte esticar de corda.
Ele já prevê o partir da corda e " está pouco nas tintas, o que conta para ele é o povo madeirense e não tem hoje qualquer afecto por gente de outras latitudes".

Acabando de dizer isso, ouve-se claramente aplausos e gritos como se estivessem a festejar um golo.
OK! É golo. Está 1 x 0. Ainda não acabou o jogo.

Estou ansioso para saber o resultado final.
Se houver empate, vai a penalty's?
Ou acaba mesmo tudo empatado?

Sempre que puder, "klique" http://josesoluciolino.blogspot.com/

José Soluciolino

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Queres uma moedinha p'ra te calares? Agora é Euro, não é?

Ao ligar as televisões a notícia comum é?...
A cimeira.

A cimeira que ainda não acabou e já todos discutem os seus resultados.
Como é que é possível?
É possível porque, muitos dias antes a Senhora Dona Merkel e o  Menino Sarkosy vinham a conversar sobre o assunto e tinham tudo alinhavado.

E espantam-se alguns que o Reino Unido se tenha excluído do acordo. Eu não! Eles lá continuam com a sua moeda própria, capazes de fazer politica monetária à sua medida. Valorizar, desvalorizar,....
O Srº Cameron foi bem claro. Se não é do nosso interesse, não nos interessa

Os outros, e nós por arrasto, já se sabe...

Estou mesmo a imaginar a Senhora Dona Merkel a sorrir para PPCoelho e a dizer;
Toma lá um euro p'ra te calares. Em inglês. Porque inglês ele sabe!

José Soluciolino

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Os colecionadores de moinhas e outras mazelas.

Costuma-se dizer quando não se pode ouvir mais falar de um assunto, "Não batas mais no ceguinho". Mas, quando de um assunto se conhecem novos factos, meus amigos, temos mesmo que falar.
No caso, é sobre os custos da saúde e as taxas moderadoras nos hospitais e centros de saúde.

Duas novidades;

1ª- Vão ser 5 milhões e tal que vão ficar isentos. Mais de metade da população portuguesa.
Nesses vão ficar incluídos os pobres, muito pobres e miseráveis e, os abastados, ricos, muito ricos e podres de rico. Os primeiros porque não vão ter outro sitio onde ir, os segundos porque tem mais que fazer do que lá ir.

2ª e novidade fresca - Ninguém pagará mais que 50€ por visita independentemente dos cuidados que receba e meios de diagnóstico que necessite de realizar.
Com a reserva que convém manter, estou a citar notícias do Económico online

Tá-se mesmo a ver que, quem estiver entre os pobres, muito pobres e miseráveis e, os abastados, ricos, muito ricos e podres de rico, vai tentar ir às urgências com o máximo de doenças possíveis. De preferência à beira da morte.

É que para os mesmos de sempre, os que pagam impostos, a saúde vai "ficar pela hora da morte".


José Soluciolino

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Dor suave não é dor. É moinha!

Tal como das outras vezes que se discutiu saúde na televisão, o programa Prós e Contras foi, mais uma vez, a confirmação da regra.
Muito suave e no fim todos tinham razão.
E a razão é só uma, acho eu...
E é assim que a resumo.

Por favor sr. Doutor,
oiça bem o que lhe peço,
tire-me lá esta dor,
seja qual for o preço,

porque esta dor de carteira,
ao pé desta dor de baço,
ao pé desta dor que padeço,
não é dor, é brincadeira.

Entretanto foi-se ouvindo que algumas taxas "moderadoras" podiam subir 100%.
Como não se via ninguém pobre na plateia, a discussão continuou suave, muito suave...


José Soluciolino

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

É o mágico que tira coelhos da cartola, ou o coelho é que é mágico?

E lá vão mais 6 mil milhões.
Dois para pagar a fornecedores e os outros para capitalizar para poder dar resposta a obrigações futuras.
O problema é que não foi dito que o total dos 6 mil milhões já representavam obrigações futuras para com os bancários.
Mas tá bem! Com os 2 mil milhões pagos aos fornecedores, retiram-se 2 mil milhões de encargos do estado e reduz-se em 2 mil milhões o deficit.

Onde é que eu já vi disto?
Acho que foi um truque utilizado por um estudante de filosofia para resolver uma equação de matemática parecida.

Agora, é outro a querer fazer-se mágico a tirar coelhos da cartola.
Ou será antes um Coelho a tirar mágicos da cartola?
Ou será o ilusionista que no último segundo escapa à espada afiada segura por uma corda a arder?
Ou será uma mestre de cerimónias a pedir palmas para o número dos camelos e a anunciar a entrada dos próximos palhaços?
E segue o Circo!!!!

José Soluciolino

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

O mar. O mar é grande. O mar é salgado. O mar.... também produz electricidade??

O 1ª ministro português deu uma entrevista cheia de ideias muito importantes, alguns dizem ser perigosas outros, nem por isso, enfim, dá p'ra todos.
A mais falada tem a haver com a possibilidade de ter que impor mais sacrifícios se, ...

Lembro-me que em tempos ele falou que hão aumentaria impostos. Como comprovadamente é mentira, quem me diz que o que ele diz agora é verdade?
É por isso que digo...
O melhor é não dizer nada e pensar em coisas concretas.

Por exemplo?

O Orçamento de Estado para 2011 que, em www.dgo/oe/2011/... (sitio oficialíssimo da internet) diz, na página 206 da proposta de lei qualquer coisa como isto.
Ou melhor, diz exactamente isto;

Artigo 89º
1-....
2- Está isenta de imposto a electricidade que, comprovadamente, seja:
a) Utilizada para produzir electricidade, e para manter a capacidade de produzir electricidade;
b) Produzida a bordo de embarcações;
c).....

Não é preciso ler mais.
Vamos mas é comprar uns barcos, montar uns geradores de electricidade a bordo, passar uns cabos eléctricos com bóias se os quisermos a flutuar, ou com pesos se os quisermos no fundo, vamos ligas esses cabos a terra e,....

Produzir electricidade sem imposto, êh,êh,êh.

José Soluciolino

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Um por todos, todos por um, nenhum por todos, todos por nenhum, um por nenhum...

O Orçamento vai a votos.
A esta hora ainda se desconhece qual a versão a ser aprovada.
Havia várias, lembram-se?
Entretanto o PS anda às aranhas sem saber como explicar aos portugueses a sua abstenção. É que houveram algumas melhorias e aumentou o número de portugueses que fica melhor com esta versão do que ficariam com a versão anterior. Disse mais ou menos por estas palavras o Zorrinho. O tal que escolheu o carro dos 86 mil euros.
Ninguém sabe ao certo é de que versão se está a falar, havia várias, lembram-se?
É só esperar mais umas horitas e ficaremos a saber.
Quem não quer esperar nada mesmo são os PêéssesDês da madeira.
É contra, é contra, é contra!

José Soluciolino