Costuma-se dizer quando não se pode ouvir mais falar de um assunto, "Não batas mais no ceguinho". Mas, quando de um assunto se conhecem novos factos, meus amigos, temos mesmo que falar.
No caso, é sobre os custos da saúde e as taxas moderadoras nos hospitais e centros de saúde.
Duas novidades;
1ª- Vão ser 5 milhões e tal que vão ficar isentos. Mais de metade da população portuguesa.
Nesses vão ficar incluídos os pobres, muito pobres e miseráveis e, os abastados, ricos, muito ricos e podres de rico. Os primeiros porque não vão ter outro sitio onde ir, os segundos porque tem mais que fazer do que lá ir.
2ª e novidade fresca - Ninguém pagará mais que 50€ por visita independentemente dos cuidados que receba e meios de diagnóstico que necessite de realizar.
Com a reserva que convém manter, estou a citar notícias do Económico online
Tá-se mesmo a ver que, quem estiver entre os pobres, muito pobres e miseráveis e, os abastados, ricos, muito ricos e podres de rico, vai tentar ir às urgências com o máximo de doenças possíveis. De preferência à beira da morte.
É que para os mesmos de sempre, os que pagam impostos, a saúde vai "ficar pela hora da morte".
José Soluciolino
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