Já está.
As ofertas foram todas entregues e começam agora as más notícias.
Veja-se a que veio numa 1₫ página de jornal. "EDA é a 1ª a aplicar a redução salarial de 5%". Diários dos Açores 23/12/2010
Mas, isso dá algum estatuto especial? Não me parece.
Mas coloca uma questão muito pertinente. Principalmente para quem lá trabalha.
Será que César vai tentar mais uma excepção? Para a EDA, para a SATA e para todas as outras?
Ou justificará com a impossibilidade de contrariar a republica, nestas situações concretas? Por se tratarem de empresas, e não organismos dependentes do governo?
Então aí, César não é presidente de um governo regional mas tão somente de um conglomerado de "organismos públicos".
A conclusão a que chego é que César não é o meu presidente.
César não sabe que eu existo e nem se preocupa comigo.
César criou duas novas classes de marginais; Os que estão à margem das suas preocupações. E os que, sendo funcionários do seu governo, passarão a esconder bem escondidas as folhas de remuneração.
Se na SATA as coisas são fáceis de explicar, até porque se anunciaram reduções de tarifas aéreas, como é que se explicam os aumentos na electricidade se os salários vão diminuir?
Que malabarismos de argumentação vão ser utilizados para manter a compensação aos 3700 e em simultâneo aceitar a redução de 5% em empresas viáveis e lucrativas?
Difícil, não é?
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