terça-feira, 29 de março de 2011

Vamos dividir, multiplicar ou somar opiniões??!

Prós e Contras.
O programa de ontem não tinha políticos. Óptimo.

Lídia Jorge falava nos portugueses anónimos que fazem coisas sem esperar pelos governantes. Essas e outras pessoas serão desde agora alvo dos partidos que se vão desunhar, dizia.
Dirão mentiras. Prometerão coisas que não cumprirão.
Insurgiu as pessoas que se preocupem em continuar a fazer as suas coisas.
Pediu para que não acreditem nessas mentiras.
Que se concentrem nas coisas que tem para fazer.
Eu acrescentaria;
Deixem os políticos falar para si próprios. Esvaziem os comícios. Se vos entregarem panfletos não aceitem. Se vos dirigirem a palavra continuem a fazer as coisas que pretendiam e ignorem-nos.

António Feijó diz que Portugal não necessita de grandes ideias mas sim de introduzir lógica na discussão.
A ideia básica é contrariar a mudança de opinião só porque dá jeito.
E deu como exemplo a  necessidade ou não de maiorias.
Há muito pouco tempo dizia-se, Maiorias nunca mais!
Passado tão pouco tempo esses mesmos opinantes dizem, agora, Minorias nunca mais!
E fazem da mudança de opinião uma virtude e um sinal de inteligência.

Em minha opinião, cá estou eu. A dar opinião. Pode ser que me arrependa! Mas aqui vai.
Devia ser assim.
Quando alguém emite uma opinião diferente da que emitiu tempo atrás, não quer dizer que seja mais inteligente que os outros. Enganou-se. É o que é!

Deve por isso dar lugar à opinião contrária porque pode ser o caso de estar certa!

José Soluciolino

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